O Botafogo/RJ ainda não tem acordo com o Atlanta United/EUA e a MLS pelo transfer ban devido ao caso Thiago Almada.
Mas, de acordo com o jornalista Bernardo Gentile, citando fontes do clube, o Glorioso garante que tem o dinheiro necessário para quitar a dívida a ponto de não atrapalhar a temporada 2026.
De acordo com o jornalista, o Botafogo/RJ contesta alguns valores reclamados pelo Atlanta United/EUA e já esperava que a MLS não fosse aceitar de primeira o parcelamento proposto.
O clube segue otimista para resolver a situação.
Há algumas contestações rolando nesse imbróglio.
Textor entende que tem coisas no contrato que foram feitas e que ele discorda, tem coisas que ele tem direito e está tentando descontar esse valor do valor que tem que pagar.
O Botafogo/RJ continua otimista, mesmo diante dessa negativa da MLS em relação ao parcelamento.
O Botafogo/RJ diz que tem dinheiro para pagar e que só não pagou ainda porque está contestando esse valor.
Mas, se chegar o momento em que começar a atrapalhar o Botafogo/RJ na montagem do elenco.
O Botafogo/RJ faz questão de tranquilizar a torcida nesse sentido dizendo que tem o dinheiro para pagar se chegar num ponto que começar a atrapalhar.
Uma das alegações do Botafogo/RJ na reta final da negociação é que o Atlanta Unites/EUA cobrou US$ 2 milhões extras para enviar o jogador para o Brasil o mais rápido possível, antes dos Jogos Olímpicos.
O Botafogo/RJ assumiu esse valor, mas no fim das contas o jogador não veio na data marcada, disse o jornalista, encerrando com uma mensagem que recebeu de fonte do clube.
Saibam que temos condições de passar o cheque de US$ 22 milhões se isso começar a atrapalhar o Botafogo/RJ.
O Botafogo/RJ sofreu transfer ban após o Botafogo/RJ recorrer, sem sucesso, à Corte Arbitral do Esporte, depois de ser condenado a quitar imediatamente US$ 21 milhões, acrescidos de juros e multas, reclamados pelo Atlanta United/EUA.
De acordo com o clube norte-americano, apenas as duas primeiras parcelas ( US$ 6 milhões no total ) da venda de Thiago Almada foram pagas.
Segundo o GE, o Atlanta Unites/EUA exigiu que Almada abrisse mão dos 10% a que tinha direito, o que os advogados do jogador negaram.
Ficou definido, então, que a Eagle compraria esse crédito e posteriormente, cobraria os US$ 2,1 milhões da MLS.
O Botafogo/RJ reinvidica esses 10% na justiça dos Estados Unidos.





